Instalando Placa Wireless Atheros no Fedora 8

abril 10, 2008

Como iremos usar o MadWifi, ele pode funcionar com outras placas wireless, mas eu testei com  Atheros AR5212. Veja a lista de placas compativeis.

Primeiro será necessário inserir o repositorio Livna, se ele já não estiver configurado nessa maquina.

Baixe o pacote:

#wget  http://rpm.livna.org/livna-release-8.rpm

Efetuei e instalação

# rpm -ivh livna-release-8.rpm

Então vamos a instalação do Madwifi

# yum install madwifi kmod-madwifi

Depois disso será necessário configurar os modulos:

# vi /etc/modprobe.conf

E inserir o seguinte conteudo:

## Inicio da conf do Atheros
alias wifi0 ath_pci
alias wlan0 ath_pci
options ath_pci autocreate=sta
## Fim

No Fedora 8, a minha placa foi reconhecida no momento da instalação, porém não conseguir entrar em nenhuma rede Wireless. Fui informado que o modulo que foi utilizado automaticamente não é correto.

Se houver outra linha com wlan0, comente colocando o caracter # no inicio da linha.

Quando eu rebotei a maquina após efetuar esses passos, eu tive o seguinte retorno quando ele tentou carregar a placa wireless.

Error Wireless request “Set Mode” (8B06)

SET failed on device wlan0 ; invalid argument

Quando dei uma pesquisada na internet, verifiquei que quando mudamos o modo de atuação dessa interface o problema é resolvido.

entre no arquivo /etc/sysconfig/network-scripts/ifcfg-wlan0 e modifique no seguinte ponto:

MODE=Managed #==> Mudei de auto para managed

Porém ainda não sei a razão dessa mudança, mas irei pesquisar e postarei aqui! Até mais!

Fontes : fedorasolved.org e under-linux.org


Eu vou pro ENSL

setembro 27, 2007

ENSL

Amanhã pela manhã estarei indo para Aracaju, pois irei participar do II ENSL (Encontro Nordestino de Software Livre).

Evento esse que ocorrerá em paralelo ao IV Fórum Gnome Brasil que tem como novidade o lançamento a sua versão mais recente,  Gnome 2.20.

IV Forum Gnome Brasil

Eventos como esses, servem para disseminar a idéia do Software livre, assim como suas utilizações em vários meios e devem ser incentivadas a todo custo com a presença da comunidade, assim somar conhecimento e atenções para essa forma de desenvolvimento de informação.

Para quem está se preparando para ir também, nos encontraremos lá, mas para quem não for, fica a grade do evento para ver o que perdeu. rsrs

Quando eu voltar irei postar um pouco sobre o evento como um todo.


Redes Mesh

agosto 13, 2007

Segue abaixo meu pequeno resumo acadêmico que foi enviado para aceitação do meu tema de trabalho.

 

Uma rede Mesh é formada por vários hosts, interconectados uns aos outros e assim formando uma “malha”. Cada host é chamado de nó. Com a existência de inúmeras rotas de um nó para o outro, assim tende a necessidade de um protocolo de roteamento dinâmico, capaz de verificar quedas e latências e assim rotear o pacote corretamente. Os procolos mais utilizados em redes Mesh são OLSR (Optimized Link State Routing Protocol) e LQSR (Link Quality Source Routing). O primeiro utilizado pelo projeto OLPC (One Laptop Per Child) e o segundo pela Microsoft, mas no protocolo LQSR é necessário a instalação de um software chamado MCL (Mesh Connection Layer) que opera em uma camada intermediaria entre a camada 3 (Rede) e a camada 2 (Enlace) do modelo OSI.

Na infra-estrutura de uma rede Mesh é comun os nós estarem interligados por cabo tipo par trançado categoria 5 e então “linkados” a outros grupos de nós por um roteador Wireless do tipo 802.11 em modo Ad hoc, pois nesse modo é possivel a interligação com multiplos roteadores, sendo que sempre com uma modificação na rede uma conexão diferente pode ser utilizada para então a mensagem chegue a seu destino. Com o advento dos roteadores wireless multi-radio essa conversação com múltiplos roteadores se tornou mais rápida, pois as mensagens seguem por bandas diferentes para então interligar vários roteadores simultaneamente.

Uma rede mesh pode ser constituída de qualquer forma, seja com todos os nós interligados por Wireless, Fibra, Cabos Par trançado, Coaxial e afins. O que importa é necessidade de múltiplas interligações para flexibilizar o trafego entre os nós.

Geralmente em uma rede Mesh, apenas alguns dos nós têm links com a internet e esses são compartilhados com todos os outros nós da rede, tudo gerenciado pelo protocolo de roteamento dinâmico escolhido.

Com a possibilidade de usar a infra-estrutura existente, a rede Mesh se mostra ser uma alternativa para redes de internet compartilhada, tal como predial ou em condomínios. E assim ser também mais uma alternativa para a inclusão digital em comunidades carentes. Que em alguns casos dispõem de computadores, mas não tem recurso para manter o custo fixo da mensalidade de um ADSL ou Internet discada.

Então, com base em todas as informações citadas acima, podemos concluir que a rede Mesh é apenas uma topologia, ou seja, apenas uma forma de disposição lógica e física dos hosts na rede.

Palavras Chave : flexibilidade, tolerante, escalabilidade, custo, social.


A Oi e sua campanha fajuta…

julho 18, 2007

Juro que achei muito interessante essa campanha da oi. Achei mesmo que a oi estava mudando seu pensamento, mas ao ler o post da Tecnocracia que me alertou sobre algumas coisas interessantes.

Ok, a OI é uma empresa capitalista (Isso eu já sabia, estava meio iludido, mas sabia que poderia ter algo “por trás).

A OI foi a primeira empresa a fazer esse tipo de bloqueio físico.

A Campanha só vale para pessoa física, ou seja, as empresas ainda estão “presas”. (Quanta Demagogia hein OI?)

E a melhor de todas! A oi NÃO VAI MAIS VENDER CELULAR!!!. Com essa eu rir tanto que quase cai da cadeira. Então, CLARO que a OI está contra o bloqueio agora. Elas precisam disso agora.

Quanto mais eu vejo o capitalismo, mais eu fico com nojo…


ZFS – Sun Solaris Filesystem (parte 1)

fevereiro 10, 2007

“A última palavra em sistema de arquivos…”

Bom, assim começa a apresentação da Sun Microsystems sobre o ZFS. Realmente se analisarmos pelo menos alguns tópicos, dentre tantos listados pelos técnicos da Sun, ficaríamos realmente impressionados.

 As principais características, com certeza, são o conceito de Pooled Storage, que aposenta o conceito de volumes e capacidade impressionante de 128-bits.

Logo de cara, uma mudança conceitual drástica, enquanto os FS(filesystems) convencionais trabalham com a abstração de disco virtual, o ZFS traz o conceito de alocação dinâmica(malloc / free), ou seja, customizável e portável, podendo ser gerenciado de acordo com o dimensionamento dos seus recursos e necessidades. Fim das partições, agora são recursos em grupo(pool) que são sempre compartilhados. Utilização total de checksum, livre de arquivos corrompidos silenciosamente. Diferente dos FS convencionais, o checksum não é armazenado com o bloco de dados verificado e sim em um ponteiro para o bloco, permitindo uma validação do bloco em todo o seu caminho.

Com certeza, são inovações bastante interessante e que envolve muito mais complexidade e pesquisa do que foi demonstrado por aqui, mas espero que sirva como um startup, ainda mais com a disponibilidade do Open Solaris e a abertura do Java.

Estarei trazendo mais informções sobre o ZFS e demais características dessa plataforma, portanto, até a próxima.


O que faremos daqui para frente…

fevereiro 7, 2007

O Techfree abordará as nossas experiências com as ferramentas livres e novas tecnologias, como as mesmas foram usadas por nós, poderemos então demonstrar com maior certeza as nossas complicações e vislumbramentos do mesmo.

Em alguns pontos podemos apenas citar uma noticia ou alguma ferramenta a ser usada, mas essencialmente será feito por nossas próprias tentativas…

Divirtam-se…