Meu primeiro Patch

Maio 28, 2008

Meu primeiro Patch

Olha só! Depois de ter lido o post do meu amigo Cárlisson Galdino, resolvi fazer um patch para solucionar um problema especifico. Vou explicar melhor abaixo:

A pouco tempo atrás, escrevi um artigo sobre a instalação do DBDesigner no Fedora. No meio dos procedimentos tinha a informação de como mudar um parâmetro de conexão do banco para que a conexão funcionasse corretamente.

Depois de algum tempo de escrito, me peguei pensando que poderia haver uma maneira mais “jeitosa” para resolver aquele armengue, que era necessária em TODA conexão criada, de mudar os parâmetros.

Sendo assim começou minha busca pelos arquivos do programa. Assim descobri que o DBDesigner guarda na pasta Data os arquivos de padrões para os parâmetros, porém algo que me “torrou a paciência” foi mudar esse arquivo e não atualizar nada no Software. Depois de muito tentar, descobri que o DBDesigner cria um diretorio oculto (.DBDesigner4) no Home de cada usuario, na sua primeira utilização, e assim eu tinha que mudar o arquivo lá também, ou no caso simplesmente removê-lo. Tanto faz, somente a titulo de informação, pois o que está em foco era o fato de com posse do arquivo, a criação do patch se faria muito eficaz, já que os usuários apenas executariam  um comando e o problema seria resolvido.

Depois de ler o artigo do Cárlisson Galdino, que é BEM fácil, consegui criar meu PRIMEIRO patch. Feitos os devidos testes com sucesso, hospedei ele em um site de compartilhamento de arquivos.

Infelizmente não posso contribuir com o projeto DBDesigner, pois a ferramenta que o programa usa para acessar o banco é proprietária e a simples referência de sua biblioteca no arquivo do meu patch poderia causar problemas ao projeto. Sendo assim disponibilizo de outras formar para o usuário final. Não vou entrar no merito da legalidade disso. Eu não vejo grandes problemas, mas…

Obrigado Cárlisson,


E então a audiência…

Maio 26, 2008

Como informando nesse post, hoje fomos a assembléia legislativa para audiência publica que foi solicitada pelo PSL-BA (Projeto Software Livre Bahia). Tínhamos como intuito duas vertentes. Uma que repudiava o protocolo assinado entre o governo da Bahia e a Microsoft Informática LTDA. E a outra que propunha o manifesto “Por Uma Bahia Tecnologicamente Livre E Desenvolvida”.

Não posso dizer que a audiência foi um sucesso, porém muito menos afirmar o fracasso, pois não sei exatamente qual resultado aceitável para esse tipo de evento. Que não teve a presença de pessoas chaves, que seria muita interessante para o estabelecimento de um debate sadio. Em todo caso, foi empolgante a presença de toda comunidade de Software da Bahia. Muitas pessoas que só aparecem com nomes nas listas, estavam lá dando sua contribuição em forma de presença. Serviu para mostrar que não somos poucos!

Vou passar um resumo do que foi comentado nessa audiência:

Foi levantado a possibilidade de reunião da comunidade, UFBA, IATE, PRODEB, SERPRO e outros com o nosso governador, para assim discuti diretamente qual seria as nossas proposições. Porém antes será necessário elaborar uma pauta bem definida e assim ser entregue com antecedência para essa marcação.

Existirá uma reunião preliminar para fechar essa pauta. Na qual será organizada pela SECTI, mas precisamente como responsável o Alisson.

No decorrer da reunião nosso amigo Eurípedes leu brilhantemente o parecer juridico sobre a legalidade do protocolo de intenções.

Eurípedes de forma clara e concisa, mostrou todos os pontos nos quais o protocolo é ilegal e anticonstitucional!

Veja você mesmo o parecer jurídico, criado por ele e seus estagiários.

Parabéns Eurípedes.

Depois dessa informação me foi passado a palavra para então ser lido o manifesto.

Ao final, não houve qualquer questionamento sobre o mesmo.

Em seguimento, Elias (Presidente da Prodeb) fez o seguinte pronunciamento : “Não existe necessidade de convencimento para Prodeb” Falando em relação a eficácia da utilização do SL.

Elias também comentou a solicitação que fez ao grupo SL da Fortic e dispôs a Prodeb como infra-estrutura ao que sairá de resultado do SL no governo. Inclusive ele se dispôs a participar das reuniões que irão decidir esses pontos.

Por fim, ficou claro o que faltava nessa audiência com a pergunta do nosso amigo Leandro :

” Se o Governo já está convencido sobre o uso de SL, por que foi assinado protocolo de intenções com a Microsoft?”

Ficou sem resposta. Porém não iremos para por aqui. Receber essa informação de alguma forma é um dos nossos objetivos.

Resumindo posso dizer que ao menos mostramos nossa “força” para o governo. Demonstramos mais uma vez o poder da comunidade unida.

Vamo que Vamo pessoal !!!

Para não perder o Habito…

Wagner, diga não as drogas!!!

E então a audiência...


Conselho de Informática? Veja por que eu digo NÃO!

Maio 25, 2008

Primeiro, digo não, para o decreto proposto, não para idéia de organizar a classe.

Para os que desconhecem essa proposição de decreto. Segue nesse link o qual foi proposto pelo Deputado Expedito Júnior e segue no “processo” de votações.

Conselho de Informática? Veja por que eu digo NÃO!

Como não sou um entendido (Pareço até o Wagner assim :P) não vou me ater a detalhes jurídicos (Se é que eles existem).

Na justificativa descrita no fim do documento temos alguns explicações um tanto quanto contraditorias ao que foi proposto dentro do decreto.

“Com as normas aqui propostas, pretendemos tornar livres as atividades de informática, compatibilizando a legislação com a realidade tecnológica em que vivemos. Realidade esta que colocou nas mãos do usuário do computador a possibilidade de desenvolver seus próprios programas e de se conectar com o mundo, com todas as implicações daí decorrentes.”

Tornar livre? Com esse item?

“Art. 22. Todo profissional de Informática, habilitado na forma da presente Lei, para o exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de Informática de sua área de atuação.”

Deverá? onde isso torna alguém livre?

Ok, muitos irão dizer, mas é somente ir se registrar não é? Não que eu concorde com o cadastramento, mas vamos lá.

“Art. 2° Poderão exercer a profissão de Analista de Sistemas no País:

I - os possuidores de diploma de nível superior em Análise de Sistemas, Ciência da Computação ou Processamento de Dados, expedido por escolas oficiais ou reconhecidas;

II - os diplomados por escolas estrangeiras reconhecidas pelas leis de seu País e que revalidarem seus diplomas de acordo com a legislação em vigor;

III - os que, na data de entrada em vigor desta Lei, tenham exercido, comprovadamente, durante o período de, no mínimo cinco anos, a função de Analista de Sistemas e que requeiram o respectivo registro aos Conselhos Regionais de Informática.”

E aqueles profissionais com 4 anos e meio que são parte integrante do desenvolvimento e inovação da sociedade como um todo? Aqueles que não fizeram e nem querem ingressar em uma Faculdade/Universidade? Meus pêsames para eles? NÃO!

Mais dinheiro para o Governo? SIM!

“Art. 20. Constituem renda dos Conselhos Regionais de Informática:

I - anuidades cobradas dos profissionais inscritos;

II - taxas de expedição de documentos;

III - emolumentos sobre registros e outros documentos;

IV - doações, legados, juros e subvenções;

V - outros rendimentos eventuais.”

Será possível que tem tanto problema de um “não analista” não exercer essa função? Vai gerar impacto na sociedade? Vai SIM!

Dados retirados do site pls607:

“Para refrescar a memória de algumas pessoas que acham que apenas os formados em Ciência da Computação teriam direito a trabalhar com Computação:

* Brian Kernighan - Um dos criadores da linguagem C, da linguagem AWK, e de vários utilitários do Unix original. Formado em Engenharia Física. Doutorado em Engenharia Elétrica.
* Dennis Ritchie - Um dos criadores da linguagem C e do Unix, e grande contribuidor do Plan9. Formado em Física e em Matemática Aplicada.
* Donald Knuth - Pai da análise de algoritmos. Criador do TeX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Bacharelado em Ciências. Doutorado em Matemática.
* Andrew S. Tanenbaum - Criador do MINIX, grande escritor e professor de Ciência da Computação. Formado em Física. Doutorado em Física.
* John von Neumann - Pioneiro da computação. Formado em Engenharia Química. Doutorado em Matemática, Física Experimental e Química.
* John Backus - Criador da linguagem FORTRAN, e um dos desenvolvedores do padrão da linguagem ALGOL. Curso superior incompleto em Química. Teve treinamento em Medicina pelo exército. Mestrado em Matemática.”

Está claro? O problema não é a idéia do que vai ser feito e COMO vai ser. Temos que ficar atentos!


ODF vai ser suportado pela Microsoft!

Maio 22, 2008

Isso mesmo! A Microsoft irá suportar a no Office 2007 SP2 o ODF como tipo de documentos, porém esse service pack somente será lançado em 2009. Agora qual a grande novidade nisso? Nenhuma!

1 - Existe um padrão normatizado pela ISO.

2 - Empresas sérias seguem padrões. Ou ao menos deveriam! Pois eles foram criados para facilitar e são votados por todos.

3 - A Microsoft segue tendências de mercado, assim como toda empresa. Sendo assim, está mais que óbvio a força do ODF na Europa como padrão de documentos. Falando do Brasil podemos comentar o governo do Paraná que já adotou o ODF como padrão de documentos do estado.

ODF vai ser suportado pela Microsoft!

Sendo assim essa ação foi mais que esperada. E para falar a verdade, já estava até demorando.

Fonte : BetaNews


Boas notícias para o Software livre na Bahia!

Maio 21, 2008

Hoje,

Em reunião com:

João Cassino - Cobra Tecnologia
Antonio Terceiro - Associaçao do Software Livre (ASL)
Rafael Gomes - Projeto Software Livre Bahia
Alisson Sousa - Projeto Software Livre Bahia
Vicente Aguiar - Projeto Software Livre Bahia
Bruno Moura - Prefeitura de Camaçari
Álvaro Santos - Gestor de TIC do Governo da Bahia
Adhvan Furtado - Gestor de TIC do Governo da Bahia
Diógenes Filho - SECTI / CMO
Murilo Costa - SEFAZ / DTI
Marcus Senna - DTI
Dilson Santos - SERPRO
Isabela Piva - SEI
Marcos Benjamin - SERPRO
Luciano Barreto - UFBA

PS: Os outros que não estão nessa lista, mas apareceram me desculpe. Ainda não estou com a lista de presentes. Essa foi divulgada no convite que recebi. (Obrigado Diógenes!!!)

Tínhamos com assunto principal:

“Software Livre - comunidade do Governo Federal e baiana da área”

Sendo assim Alvaro, como solicitante da reunião, iniciou falando sobre as iniciativas do governo e qual impacto delas na comunidade baiana. De certo modo, explicou a assinatura do protocolo se deu origem para suprir uma demanda de mercado. Eu não concordo, mas a reunião não tinha como foco esse debate e resolvi não me ater a esse detalhe.

Sendo assim continuamos pelas iniciativas do governo e nos foi apresentado o Fortic (Fórum de Gestores de TIC do Governo da Bahia). Que a partir desse fórum é criado grupos de trabalho para atuações especificas. Tal como :

* Software Livre (Falaremos dele mais abaixo).

* Comprar de TI - Um grupo de trabalho somente para coordenar as iniciaticas de compra de TI. Acho que é proveitoso se não servir para engessar o processo de compra, mas não vou entrar em detalhes agora.

* Capacitação de Gestores - Ótimo! Chegamos a um belo ponto. Não adianta nada programa de capacitação dos usuários, se seus gestores não tiverem alinhamos com os processos que serão utilizados. Acredito que um treinamento diferenciado deve ser disponibilizado para essas pessoas, mas novamente, não entrarei muito nesse detalhe.

No grupo de SL, tinha três representantes, tendo como Coordenador o Marcus Senna Diógenes Filho. Que nos explicou as atuais ações do grupo:

* Criação de pesquisa com profissional de TI em SL dentro do estado (Com 4 perguntas).

* Criação de pesquisa com gestores de TI em SL dentro do estado (Com 4 perguntas).

* Criar um guia de migração do estado, com base no guia federal.

Nesse momento, o presidente da Prodeb, Elias, solicitou ao grupo que fosse elaborado uma politica de software livre no governo da Bahia. E também se colocou a disposição em ajudar o grupo no que fosse necessário.

Por fim, conversando com os integrantes do grupo. Pude perceber que essa reunião foi extremamente proveitosa, pois possibilitou um maior “fôlego” para o eles.

Porém algo que foi dito pela comunidade e sempre iremos dizer. Cadê a integração com a comunidade? Nem sabíamos da existência desse grupo! Custava muito dizer todas essas iniciativas, poupava muitos questionamentos.

Cobrei do Marcus uma interface para que a comunidade atue nesse grupo de software livre do governo da Bahia. Ele me prometeu disponibilizar isso assim que os projetos caminharem, porém podemos acompanhar e opinar via blog do fortic.

Acredito que essa reunião foi bastante proveitosa, porém fico com um “pé atrás” quanto a essas decisões. Poderei falar realmente quando estiverem efetivamente “andando”. Em todo caso já temos uma boa decisão.

Agora temos total noção de quem está “encabeçando” o projeto de SL dentro do Governo, iremos cobrar a eles as decisões.

Se eles pensam que iremos ficar “por aqui”. Eles estão enganados. Nos como comunidade temos que pressionar o governo para que haja ações de suas palavras. Não podemos apenas ficar no falatório quando há muita coisa a ser feito.

Nossa audiência publica ainda está marcada e iremos demonstrar nossa opinião, lá sim será o dia em que debateremos sobre esses assuntos. Vamos mostrar qual nossas propostas e efetuar nossos questionamentos. Eu mesmo tenho algumas perguntas a serem feitas. Que precisam de respostas.

Para não perder o costume…

Wagner! Diga não as drogas!

Boas not�cias para o Software livre na Bahia!

Vamo que vamo…


“Web”designer com Software Livre?

Maio 19, 2008

Sim! É realmente possível e exatamente acessível, pois muitos dos designers da atualidade crêem em alguns mitos que muitas vezes somente servem para resumi e assim limitar o intelecto humano. Deixar as coisas mais com “cara” da manufatura. Produto pronto.

O que é apresentado na plataforma Software livre são ferramentas para quem realmente deseja criar sites profissionais com foco no cliente e não no retorno financeiro do mesmo.

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No dia 17 de maio de 2008 foi ministrada uma palestra onde foi abordado “…a questão do processo de migração para quem trabalha com Design para a Web, através de uma forma de aprendizado baseado no Conceito, e não nos Softwares (”aprender Edição de Imagens” não deve ser confundido com “aprender Photoshop”)”.

A palestra citada foi um dentre outras do 1° Simpósio de Software Livre de Santa Barbara e Região. Que aconteceu nos dias 16 e 17 de maio na Faculdade Anhanguera de Santa Barbara D’oeste no Interior de São Paulo.

O slide foi disponibilizado para Download. (PDF)

Fonte: AGNI


OpenXML como Padrão ISO???

Abril 2, 2008

Inicialmente vi essa noticia como um mínimo de absurdo. Sendo que hoje é 02 de Abril, a noticia é VERDADEIRA. A IDG now, divulgou que a ISO aprovou o OpenXML como padrão.

Na ultima rejeição do padrão foram feitas 900 alterações, porém na segunda reunião só foi discutido 18% das alterações, ou seja, o resto foi simplesmente ignorado.

De acordo com esse site, existem inúmeras outras queixas sobre essa votação no mínimo duvidosa.

Por fim a ISO declarou o seguinte:

“Caso não exista nenhuma apelação formal dos grupos nacionais da ISO/IEC nos próximos dois meses”

Será que essa proposta será mesmo inserida como padrão?

Deprimente…

Ok, o desenho abaixo é muito radical, mas mostra um pouco da realidade.

OpenXML como Padrão ISO???

Update - Noruega retira seu voto SIM na ISO 


EU VOU PARA O FISL !!!

Março 30, 2008

Sim, é o que você leu mais acima. Eu realmente vou para o FISL9. Graças as promoções nas companhias aéreas. :P

EU VOU PARA O FISL !!!
Você não sabe o que é o FISL?

Começando pela sigla é Fórum Internacional de Software livre.

É um evento que congrega a comunidade do Software Livre com as empresas que investem nesse movimento. Uma ótima oportunidade para outras empresas “acordarem” para esse modelo de negocio, que é uma realidade.

Será meu primeiro FISL (Dentre muitos que ainda irei :D). Fui ao meu primeiro evento fora do estado há a alguns meses, no segundo II ENSL (Encontro Nordestino de Software Livre) como anunciei minha ida aqui.

Venho me organizando para ir para o FISL desde esse post, mas fiquei meio desacreditado ao ver os custos para ida ao evento e a minha atual vida financeira :(, porém nem tudo na vida são problemas, sendo assim vieram as promoções e me animei novamente, mas após duas tentativas frustradas na varig e gol, quase eu desistir.

No fim dos 45 do segundo tempo fui informado que havia uma agencia aqui em Salvador que ainda tinha passagens na promoção disponível para venda. (Vou até linkar ela aqui. Essa merece! Pinheiro Turismo). Sendo assim terminou minha saga pela busca a uma passagem em promoção e o inicio da FISL.

Estou “namorando” o notebook Dell 120L do meu irmão, estou quase comprando. Sendo assim, teremos posts diários sobre minhas aventuras no FISL. Espero que gostem.


Por que não OGG?

Março 19, 2008

Sempre que vejo novos usuários de linux desktop sempre surge a mesma pergunta. “Como irei ouvir minha mp3?” e como solução temos a utilização de softwares sob patentes proprietárias. Algo que vai de encontro a ideologia dos militantes do SL. Não do usuário, sendo assim o uso de codecs proprietários sempre foi um problema na “libertação total” do usuário final das patentes.

O Ogg Vorbis é uma ótima solução para esses casos.

Por que não OGG?

O que é o OGG Vorbis?

De acordo com Instituto Superior Técnico de Lisboa seria :

“Ogg Vorbis é outro conhecido método de compressão de áudio digital. Este projecto foi criado pela fundação Xiph.org. O seu nome deve-se ao facto deste tipo de ficheiros possuírem a extensão .ogg em que Ogg é um formato de conteúdo para qualquer tipo de informação multimédia digital, totalmente livre para utilização e sem ser restringido a patentes de software. Qualquer ficheiro Ogg pode conter informação que vai desde simples dados, texto, música e até vídeo. Por seu lado, Vorbis é um algoritmo de compressão/descompressão (codec) de áudio que é usado nos ficheiros Ogg.

A junção destes dois projectos criados pela Xiph.org deu origem ao Ogg Vorbis. Esta criação é totalmente livre de patentes e foi iniciada logo após Fraunhofer Gesellschaft anunciar os seus planos de cobrar licenças de utilização para o formato MP3. Christopher Montgomery decidiu iniciar o projecto e com o auxílio de inúmeros voluntários lançaram em Julho de 2002 a primeira versão do código do codec Vorbis. O objectivo principal do Ogg Vorbis é concorrer com codecs como o MP3 e o AAC atingindo igual ou superior qualidade.”

Agora surge a pergunta

Por que não utilizar OGG?

Frente a isso temos algumas perguntas basicas feita logo após essa oferta:

Qual player posso abrir a musica em formato OGG?

No mercado livre já tem vários players com suporte a OGG. Acredito que não seria grande problema encontrar um em uma loja especializada. O melhor, a preços acessíveis!

No carro, posso ouvir minhas musicas?

Já existem players automotivos com suporte a OGG também. Achei alguns no mercado livre também. Ou seja, nada que uma busca mais apurada em lojas especializadas não resolva.

O caso aqui é oferta e procura, se aumentarmos a procura, vai aumentar a oferta. Então quem tem interesse em se libertar do “monopólio” mp3 seria interessante já solicitar nas lojas os players com suporte a OGG.

Novamente nos cai a pergunta. Por que usar OGG?

Por que ele tem 25% do tamanho da mesma musica em mp3 e com qualidade superior.

Por que ele é livre!

É suportado 100% pela maioria das distribuições Linux.

Quer mais detalhes técnicos? veja aqui.

Usa Linux? Quer migrar? veja aqui como.

Quer se juntar a nós nessa luta em favor do OGG?

Play Ogg

Divulgue essa idéia!


Internet Explorer 8 seguirá padrões W3C

Março 5, 2008

Depois do anuncio em que a MS libera os documentos para promover a integração de alguns de seus produtos agora parece que chega ao fim a eterna briga entre os navegadores.

Como muitas pessoas já sabem, existe um padrão de desenvolvimento de paginas web. O W3C. Esse padrão é seguido por muitos navegadores, os mais conhecidos são Firefox e Opera.

W3C

A Microsoft não seguia esse padrão em seu navegador e assim criava um grande problema aos desenvolvedores, que tinham que fazer grandes códigos para que seu site fosse portado para “todos” os navegadores. O IE tinha uma espécie de padrão próprio que para alguns desenvolvedores apenas era o padrão W3C com alguns “bugs”. Não entrarei nesse mérito.

Então para resolver esse problema a Microsoft resolveu seguir o padrão W3C em seu mais novo lançamento do IE. O Internet Explorer 8. Porém no início dessa divulgação quase que a MS “pisava na bola” mais uma vez, pois no kernel do software estará rodando tanto o engine do 6, quanto do 7, com a adição do engine do 8 (com suporte ao padrão W3C), porém o problema está no fato de qual engine será a padrão, pois na primeira proposta teria o engine 7 como padrão e para utilização do engine 8 seria necessário uma “etiqueta” no fonte da pagina, ou seja, uma marcação para que o navegador interpretasse essa pagina com o engine que segue os padrões. Esse proposta foi amplamente rejeitada pelo mercado, até mesmo por alguns desenvolvedores do próprio IE.

Atendendo a pedidos, a Microsoft resolveu colocar o engine 8 como padrão e assim resolver “todos” os problemas. Resumindo, a proposta é que o novo navegador da MS siga os padrões e assim acabe como esse inferno astral dos usuários de linux ao acessar sites do “padrão IE”. Claro que a longo prazo.