Chamada de trabalho para Software Freedom Day (Salvador)

Julho 10, 2008

O que é o Software Freedom Day (dia da liberdade de software)?

O Software Freedom Day é um esforço global nas comunidades para falar sobre as virtudes e disponibilidade do software livre e de código aberto que acontecerá no dia 20 de Setembro em todo globo,aos moldes do FLISOL.

O software livre e de código aberto está livremente disponível na internet ou em CDs e DVDs. Você pode instalar em quantos computadores você quiser, compartilhar com seus amigos, fazer cópias, envolver-se e ajudar a deixá-lo melhor.
Chamada de trabalho para Software Freedom Day (Salvador)

Cartaz do evento, ainda em inglês!

Objetivos do projeto*

  1. Celebrar a liberdade do software e as pessoas por trás disso.
  2. Promover um entendimento sobre a liberdade do software e encorajar a adoção de de software livre e padrões abertos.
  3. Promover um maior acesso a oportunidades através da inclusão digital.

* Eu compilei os quais achavam mais importantes.

Estamos organizando esse evento também na Bahia . Que terá como local a faculdade Area1FTE localizada na AV. Paralela, ao lado do Extra e Unifacs.

Informações podem ser encontradas no link[1]

Sendo assim, abro a chamada de trabalho para o SFD de Salvador.

Obs: Proposições de Mini-Cursos são bem vindas também!

Temos duas salas para palestra e uma para mini-curso.

Interessado? manda e-mail para linux.rafa <arroba> gmail <dot> com

Até mais!


Instalando o IE4Linux no Fedora

Junho 30, 2008

Se você precisa acessar aquelas paginas que só abre no Internet Explorer,

Primeiro,

Reporte o problema ao responsável pelo Website, pois ele não está seguindo os padrões e por sua vez, perdendo uma grande fatia do mercado, que inclui você como mais um cliente. Eles não irão modificar os seus websites se não houver demanda.

Se isso não funcionar, você pode instalar o IE4Linux e assim acessar suas paginas do seu Fedora usando o engine dessa navegador, porém não deixe de reclamar ao responsável por conta dessa possibilidade, pois isso é apenas uma forma provisória e não tem um suporte que Firefox e o Opera têm.

Vamos lá…

Com o usuário root faça:

# yum -y install wine*

# yum -y install cabextract

Agora entre com usuário normal (Muito importante essa parte!)

$ wget http://www.tatanka.com.br/ies4linux/downloads/ies4linux-latest.tar.gz

$ tar zxvf ies4linux-latest.tar.gz

$ cd ies4linux-*

$ ./ies4linux

Eu tive bastante problema na instalação, desde a arquivos corrompidos a informação de bug, sempre que ocorria uma erro eu dava o comando ./ies4linux novamente e ele continuava de onde parou.

Após instalado é somente utiliza com o comando:

$ ie6

Pronto!


Tuning no Squid

Junho 5, 2008

Tuning no Squid

Continuando meus posts sobre Squid, hoje vou mostrar como deixar seu Squid mais “parrudo”. Iremos apenas modificar alguns parâmetros no arquivo de configuração que podem surtir um efeito satisfatório na navegação dos usuários. Vamos lá!

Começando pela memória utilizada pelo squid.

A contagem é bem simples. O squid utiliza 10MB de memória RAM para cada 1GB setado no parâmetro do Cache_dir, adicionado ao valor estipulado no cache_mem e por fim adicionando um valor de gordura de 20MB.

Exemplo :

Tenho um cache_dir com 10GB e um cache_mem de 512. Assim terei utilização na memória de 100MB + 512 + 20 = 632MB de utilização. Isso com uma memória de 1GB aguenta perfeitamente, pois uma maquina com o SO otimizada não utiliza mais 50MB de RAM, no fim ainda teríamos sobra para possíveis picos de utilização de outras aplicações.

Obs: Não é aconselhável ter cache_dir maior que 10GB, se necessário for ter cache maior que isso, é indicado criar partições separadas, pois com partições maiores que essa quantidade existe uma latência no retorno de informações, por conta do grande espaço a ser consultado.

Agora vamos para políticas de troca do cache:

Com o squid compilado “bonitinho” temos as seguintes políticas de troca:

lru : Squid’s original list based LRU policy

Mantém em cache os arquivos abertos recentemente.

heap GDSF : Greedy-Dual Size Frequency

Otimiza o HIT Ratio de objetos mantendo os arquivos menores e populares no cache, para obter uma melhor chance de acontecer um HIT.

heap LFUDA: Least Frequently Used with Dynamic Aging

Procura manter no cache arquivos populares, independente do tamanho otimizando assim o Byte HIT em detrimento do HIT

heap LRU : LRU policy implemented using a heap

Mantém em cache os arquivos abertos recentemente utilizando-se a política heap

Então pude concluir que:

A melhor política para memória é o GDSF, pois manipula pequenos arquivos. Muito interessante para cenários com muitos usuários.

Para guardar arquivos no disco a melhor é LFUDA, pois tem como função aumentar o bit HIT e assim economizar banda, sem falar na manipulação de grandes arquivos, que todo mundo sabe que é bem mais rápido no disco.

Temos os seguintes parâmetros:

memory_replacement_policy heap GDSF
cache_replacement_policy heap LFUDA

Obs : Aumente o parâmetro maximum_object_size para ganhar vantagem do LFUDA. (100MB para ambiente com atualizações grandes na internet).

Sistema de arquivos do cache:

No parâmetro cache_dir é o local utilizado para especificar o filesystem e informar os detalhes do mesmo.

O melhor sistema de arquivos em minha opinião é o diskd, que tem uma performance de 160 requisições por segundo.

O meu cache_dir ficaria da seguinte forma:

cache_dir diskd /var/spool/squid 10000 64 256 Q1=64 Q2=72
O primero parametro depois do local é o tamanho maximo do diretorio de cache.
O Segundo parametro é o numero maximo de pastas criadas no primeiro nível do cache_dir.

O terceiro parametro é o numero maximo de pastas criadas no segundo nível do cache_dir.
O Q1 e Q2 representam :

Q1 é o numero maximo de requisições para que o proxy pare de abrir novos arquivos.
Q2 é o numero maximo de requisições para que o proxy bloquei novas requisições.

Então:

Quando Q1 > Q2 (o padrão) tem um menor tempo de resposta, por conta do bloqueio antes que o máximo seja realmente excedido . Trocando a ordem (Q1 < Q2)  ganhamos performance, pois com o processamento rápido do cache para requisições não serão facilmente bloqueadas.
Numeros de arquivos que o squid pode abrir:

O kernel, junto ao squid, tem um limite de arquivos que pode ser aberto para manipular o cache e o repasse de paginas para os clientes.

Qual o limite do seu kernel?

# cat /proc/sys/fs/file-max

Deseja Aumentar?

# sysctl -w fs.file-max=100000

No squid isso é feito no ato da compilação com o parâmetro –with-maxfd=<numero>

PS: Cuidado com o numero de arquivos, para que não tenhamos um sobrecarga no seu sistema. Eu utilizo 16384, que veio no padrão do rpm no CentOS 5. Achei um bom numero.

Fechando conexões “meio encerradas”:

O squid mantem algumas conexões que não foram encerradas pelo cliente, mas não estão em uso. Sendo assim o parametro half_closed_clients deve ser setado como off.

Obs : Todos essas dicas foram testadas na distribuição CentOS 5.1 em ambiente virtualizado com 2 GB de RAM dedicados.

Fonte


Paginas em branco oriundas do Proxy Squid?

Junho 4, 2008

Paginas em branco oriundas do Proxy Squid?

A pouco tempo eu tive um problema que julguei ser pontual, algo que poderia ser uma falha em meu squid.conf, mas depois de muito verificar, percebi que não há nenhum log de erro no cache.log, mesmo em debug 9.

Qualquer navegador que solicitasse a pagina support.microsoft.com só exibia uma tela branca, ou seja, a pagina está chegando com algum problema.

Sendo assim, em algumas pesquisas na internet, percebi que outras pessoas passavam pelo mesmo problema e logo a explicação “veio a tona”.

O problema está no fato que alguns servidores web retornam paginas com a codificação HTTP/1.1, porém o squid repassa a pagina com HTTP/1.0, assim gerando a pagina em branco no navegador. Dessa forma dificultando a minha analise, pois eu sempre verificava o tráfego.

Agora, a solução! A idéia é não aceitar a codificação proposta pelo web server. Claro que você pode apenas associar os sites problemáticos.

Vamos lá:

acl broken dstdomain ...
header_access Accept-Encoding deny broken

Pronto! Resolvido, pelo menos funcionou com o meu problema.

Fonte


Instalando o HTB Tools no Fedora

Maio 28, 2008

O HTB (Hierarchical Token Bucket) é o sucessor do CBQ (Class Based Queueing). O HTB é utilizado para configuração do tão famoso QoS no Gnu/Linux.

O HTB Tools é uma ótima ferramenta para facilitar a configuração e manutenção do QoS. Tem interface gráfica e simples de instalação e um arquivo texto, simples e claro, para configuração. Esse arquivo tem o mesmo estilo utilizado pelo BIND.

Sendo assim aconselho a utilização do HTB Tools para aqueles que querem economizar tempo na instalação e configuração de uma ferramenta de QoS, mas se deseja conhecer os processos completos do QoS, seria interessante usar o tc para esse serviço. (Não irei entrar nesse detalhe aqui).

Na instalação do HTB Tools, percebi que existe um erro na compilação do software e assim após ver essa solução, percebi que era a chance para eu criar meu segundo patch! :D Sendo assim ele já está descrito nesse tutorial, que segue abaixo:

Baixe o pacote:

http://htb-tools.arny.ro/download.php?list.19

Descompate o arquivo

# tar xvzf HTB-tools-0.3.0a.tar.gz

Baixe o patch

http://www.4shared.com/file/49304709/354d8284/htb.html
Copie o patch para a pasta do HTB e então aplique o patch:

# patch -p1 -i htb.diff

Na opção “Reversed (or previously applied) patch detected! Assume -R? [n]” responda “y” (sem as aspas! CLARO!)

Baixe o pacote Flex:

# wget http://site.n.ml.org/download/20030401085856/flex/flex-2.5.4a.tar.gz

Descompacte o pacote:

# tar xvfz flex-2.5.4a.tar.gz

Compile o pacote:

# ./configure

# make

# make install

Agora apenas inicie a instalação:

# ./setup

Selecione a opção INSTALL
Instalando HTB Tools no Fedora
Depois escolha a opção FULL

Instalando o HTB Tools no Fedora

Agora clique em INSTALL

Instalando o HTB Tools no Fedora

Escreva o endereço dos diretórios virtuais do apache:

Instalando o HTB Tools no Fedora

Clique apenas em ACEITAR.

Instalando o HTB Tools no Fedora

Pronto! HTB Tools instalado.

Quer saber como funciona os arquivos do HTB para poder modificar? Veja aqui no site oficial a documentação ou essa versão em português.


Meu primeiro Patch

Maio 28, 2008

Meu primeiro Patch

Olha só! Depois de ter lido o post do meu amigo Cárlisson Galdino, resolvi fazer um patch para solucionar um problema especifico. Vou explicar melhor abaixo:

A pouco tempo atrás, escrevi um artigo sobre a instalação do DBDesigner no Fedora. No meio dos procedimentos tinha a informação de como mudar um parâmetro de conexão do banco para que a conexão funcionasse corretamente.

Depois de algum tempo de escrito, me peguei pensando que poderia haver uma maneira mais “jeitosa” para resolver aquele armengue, que era necessária em TODA conexão criada, de mudar os parâmetros.

Sendo assim começou minha busca pelos arquivos do programa. Assim descobri que o DBDesigner guarda na pasta Data os arquivos de padrões para os parâmetros, porém algo que me “torrou a paciência” foi mudar esse arquivo e não atualizar nada no Software. Depois de muito tentar, descobri que o DBDesigner cria um diretorio oculto (.DBDesigner4) no Home de cada usuario, na sua primeira utilização, e assim eu tinha que mudar o arquivo lá também, ou no caso simplesmente removê-lo. Tanto faz, somente a titulo de informação, pois o que está em foco era o fato de com posse do arquivo, a criação do patch se faria muito eficaz, já que os usuários apenas executariam  um comando e o problema seria resolvido.

Depois de ler o artigo do Cárlisson Galdino, que é BEM fácil, consegui criar meu PRIMEIRO patch. Feitos os devidos testes com sucesso, hospedei ele em um site de compartilhamento de arquivos.

Infelizmente não posso contribuir com o projeto DBDesigner, pois a ferramenta que o programa usa para acessar o banco é proprietária e a simples referência de sua biblioteca no arquivo do meu patch poderia causar problemas ao projeto. Sendo assim disponibilizo de outras formar para o usuário final. Não vou entrar no merito da legalidade disso. Eu não vejo grandes problemas, mas…

Obrigado Cárlisson,


E então a audiência…

Maio 26, 2008

Como informando nesse post, hoje fomos a assembléia legislativa para audiência publica que foi solicitada pelo PSL-BA (Projeto Software Livre Bahia). Tínhamos como intuito duas vertentes. Uma que repudiava o protocolo assinado entre o governo da Bahia e a Microsoft Informática LTDA. E a outra que propunha o manifesto “Por Uma Bahia Tecnologicamente Livre E Desenvolvida”.

Não posso dizer que a audiência foi um sucesso, porém muito menos afirmar o fracasso, pois não sei exatamente qual resultado aceitável para esse tipo de evento. Que não teve a presença de pessoas chaves, que seria muita interessante para o estabelecimento de um debate sadio. Em todo caso, foi empolgante a presença de toda comunidade de Software da Bahia. Muitas pessoas que só aparecem com nomes nas listas, estavam lá dando sua contribuição em forma de presença. Serviu para mostrar que não somos poucos!

Vou passar um resumo do que foi comentado nessa audiência:

Foi levantado a possibilidade de reunião da comunidade, UFBA, IATE, PRODEB, SERPRO e outros com o nosso governador, para assim discuti diretamente qual seria as nossas proposições. Porém antes será necessário elaborar uma pauta bem definida e assim ser entregue com antecedência para essa marcação.

Existirá uma reunião preliminar para fechar essa pauta. Na qual será organizada pela SECTI, mas precisamente como responsável o Alisson.

No decorrer da reunião nosso amigo Eurípedes leu brilhantemente o parecer juridico sobre a legalidade do protocolo de intenções.

Eurípedes de forma clara e concisa, mostrou todos os pontos nos quais o protocolo é ilegal e anticonstitucional!

Veja você mesmo o parecer jurídico, criado por ele e seus estagiários.

Parabéns Eurípedes.

Depois dessa informação me foi passado a palavra para então ser lido o manifesto.

Ao final, não houve qualquer questionamento sobre o mesmo.

Em seguimento, Elias (Presidente da Prodeb) fez o seguinte pronunciamento : “Não existe necessidade de convencimento para Prodeb” Falando em relação a eficácia da utilização do SL.

Elias também comentou a solicitação que fez ao grupo SL da Fortic e dispôs a Prodeb como infra-estrutura ao que sairá de resultado do SL no governo. Inclusive ele se dispôs a participar das reuniões que irão decidir esses pontos.

Por fim, ficou claro o que faltava nessa audiência com a pergunta do nosso amigo Leandro :

” Se o Governo já está convencido sobre o uso de SL, por que foi assinado protocolo de intenções com a Microsoft?”

Ficou sem resposta. Porém não iremos para por aqui. Receber essa informação de alguma forma é um dos nossos objetivos.

Resumindo posso dizer que ao menos mostramos nossa “força” para o governo. Demonstramos mais uma vez o poder da comunidade unida.

Vamo que Vamo pessoal !!!

Para não perder o Habito…

Wagner, diga não as drogas!!!

E então a audiência...


Usando o DBDesigner no Fedora

Maio 24, 2008

Instalar e configurar essa ferramenta extremamente poderosa para o ambiente LAMP inicialmente me pareceu uma tarefa difícil, mas depois desse tutorial! Pronto! Muito Simples!

Usando o DBDesigner no Fedora

Baixar o pacote :

http://downloads.mysql.com/DBDesigner4/DBDesigner4.0.5.4.tar.gz

Depois baixar a biblioteca :

# wget http://ufpr.dl.sourceforge.net/sourceforge/kylixlibs/kylixlibs3-borqt-3.0-2.tar.gz

Então descompactar

# tar zxvf kylixlibs3-borqt-3.0-2.tar.gz

Copie a biblioteca para o local correto :

cp kylixlibs3-borqt/libborqt-6.9.0-qt2.3.so /usr/lib

Crie o link simbolico para o arquivo que o DBDesigner solicita :

ln -sf /usr/lib/libborqt-6.9.0-qt2.3.so /usr/lib/libborqt-6.9-qt2.3.so

Enfim coloque o seguinte comando para ativa a nova biblioteca

# ldconfig

Inicie a configuração do DBDesigner. Coloque o seguinte comando :

<pasta DBDesigner>/startdbd

Crie um atalho no menu do Gnome :

copie o arquivo startdbd.desktop para /usr/share/applications/

Depois edite o arquivo copiado para o seguinte conteúdo:

[Desktop Entry]
Comment=fabFORCE DBDesigner 4
Exec=/opt/DBDesigner4/DBDesigner4
Icon=/opt/DBDesigner4/Gfx/Icon48.xpm
Name=DBDesigner4
Type=Application
Categories=Qt;KDE;Development;WebDevelopment;

Pronto!

Agora vá em Aplicações > Programação e verá o icone do DBDesigner.

Problemas em conectar no banco?

Baixe o driver DbExpress do Mysql

# wget http://crlab.com/dbx/dbxmda.tar.gz

Depois copie a biblioteca

# cp DbxMda/libsqlmda.so.4.20 /usr/lib
# ldconfig

Agora no ato da conexão será necessário mudar alguns parâmetros na aba Advanced

# GetDriverFunc para getSQLDriverMySQL (isso mesmo com y minúsculo)
# LibraryName para libsqlmda.so.4.20
# VendorLib para libmysqlclient.so.15

Baixe o patch e então dê os seguinte comandos:

# cd /opt/DBDesigner4

# patch -p1 -i DBDesigner4.diff

Obs : Se você já executou o DBDesigner, antes de efetuar esses dois passos acima, remova os arquivos da pasta home do usuário, pois quando o programa foi iniciado, esses arquivos serão recriados.

# rm -fr /home/<seu usuário logado>/.DBDesigner4

PS: Ainda vou criar um script para fazer isso tudo acima somente com um comando. Vou achar um tempo para fazer isso!

Pronto!

Achou o DBDesigner um pouco feio?

No DBDesigner4 vá no Menu Options -> DBDesigner Options. Na aba Visual Options troque a fonte, conforme você troca já muda na tela para você ver. O meu ficou muito bom com Helvetica, 8.

Fonte


ODF vai ser suportado pela Microsoft!

Maio 22, 2008

Isso mesmo! A Microsoft irá suportar a no Office 2007 SP2 o ODF como tipo de documentos, porém esse service pack somente será lançado em 2009. Agora qual a grande novidade nisso? Nenhuma!

1 - Existe um padrão normatizado pela ISO.

2 - Empresas sérias seguem padrões. Ou ao menos deveriam! Pois eles foram criados para facilitar e são votados por todos.

3 - A Microsoft segue tendências de mercado, assim como toda empresa. Sendo assim, está mais que óbvio a força do ODF na Europa como padrão de documentos. Falando do Brasil podemos comentar o governo do Paraná que já adotou o ODF como padrão de documentos do estado.

ODF vai ser suportado pela Microsoft!

Sendo assim essa ação foi mais que esperada. E para falar a verdade, já estava até demorando.

Fonte : BetaNews


“Web”designer com Software Livre?

Maio 19, 2008

Sim! É realmente possível e exatamente acessível, pois muitos dos designers da atualidade crêem em alguns mitos que muitas vezes somente servem para resumi e assim limitar o intelecto humano. Deixar as coisas mais com “cara” da manufatura. Produto pronto.

O que é apresentado na plataforma Software livre são ferramentas para quem realmente deseja criar sites profissionais com foco no cliente e não no retorno financeiro do mesmo.

\

No dia 17 de maio de 2008 foi ministrada uma palestra onde foi abordado “…a questão do processo de migração para quem trabalha com Design para a Web, através de uma forma de aprendizado baseado no Conceito, e não nos Softwares (”aprender Edição de Imagens” não deve ser confundido com “aprender Photoshop”)”.

A palestra citada foi um dentre outras do 1° Simpósio de Software Livre de Santa Barbara e Região. Que aconteceu nos dias 16 e 17 de maio na Faculdade Anhanguera de Santa Barbara D’oeste no Interior de São Paulo.

O slide foi disponibilizado para Download. (PDF)

Fonte: AGNI